A vida costuma nos cercar com seus parasitismos e repetitivismo. Sintetizar a existência parece que nós nascemos com repertorio bem limitado.
Resumi a existência em comer, dormir e trabalhar é muito pouco para grandeza humana. Esta lógica vivencial precisa ser quebrada com distorções utópicas. Ter horizontes diários é enfrentar o peso do parasitismo com armas operacionais pesadas.
Nossa vontade ao amanhecer que determina a distancia que nossos horizontes irão alcançar.
Se acordarmos desmotivado e com a filosofia de que a vida é um fato consumado nossos sonhos nascerão natimortos. Planejar para as incertezas diárias é racionalmente aceitável. Traçar metas e roubar os troféus diários da poeira que acumula devido está distante das mãos humanas é tarefa dos aficionados pelo sucesso.
Buscar dentro da lentidão cotidiana passos mais determinantes é logísticas dos operadores dos êxitos.
Mesmo em que nossas vidas estiverem com a fome saciada, a sede satisfeita e a vida sexual ativa o homem tem necessidade de algo mais. Isto é indispensável, mas não é suficiente.
Os parâmetros da vida moderna nos levam a atitudes frenéticas. Deixar os sonhos adormecidos em nossos íntimos é o mesmo que deixamos o lixo nas lixeiras. Acumulará, atraindo odor desagradável e se deteriora com o tempo. Acordar com a impulsão de nossos sonhos é carregar o peso da realidade a distancia imensuráveis.
A leveza das utopias nos conduz ao topo da montanha, da mesma forma que a rusticidade da realidade nos conduz a escuridão dos vales. Compreender que as cercas que a vida nos impõe podem ser desfeitas. Olhar as estrelas depois de ultrapassadas as cercas diárias nos fará contemplar seus brilhos com alegria de viver.
Podemos ser feliz dentro da vida convencional deste de que jogamos para fora os desânimos diários e lançamos para frente nossos passos determinados na lentidão que a vida rotineira costuma nos paralisar e nos escravizar.