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Reforma Tributária

Publicado em: 22/08/2010


É sabido e não concebível a monstruosa carga tributária sobre o ônus que caem a nós cidadões.

Como curioso  na matéria prefiro o dinheiro nas mãos dos contribuintes a do estado.Cabe aos governantes fomentar o progresso e não conter.Libertar da economia convencional é necessária ousadia, mas não truculência e prepotência.Isto exigem coragem e risco.Dizia o anarquista Raul Seixas que o caminho do sucesso é  o risco, acrescento eu do insucesso também.

Abstratamente com uma redução drástica nos tributos achamos que poderemos chegar ao crescimento da China, basta empiricamente comprovar.Se o resultado não for o esperado convém retroceder.Dizia o ex-presidente Juscelino “não tenho compromisso com o erro”

A reforma tributária deve ser profunda, ampla e simultânea.Correção especifica são paliativos não aceitáveis.Eliminar alguns tributos ou diminuir alíquotas outras são instrumentos perfeitos e vigorantes de desenvolvimento.

Com o dinheiro nas mãos dos contribuintes dinamita e dinamiza a economia domestica.Esta passa a produzir mais barato, fomentando o consumo e mantendo a inflação a índice tolerável.

O equilíbrio entre oferta e procura se dar no ápice da produção.Gerando aumento de carga tributária pela quantidade produzida e não pela pequena unidade ofertada.Com o barateamento das unidades faz aumentar a produção equilibrando a demanda o com isto não indexando o preço.

Tirando a industria, o serviço e o agronegócio da paralisia produtiva poderão chegar a um consumo de primeiro mundo acompanhado de produção também de primeiro mundo.

Existe hoje no Brasil uma excessiva aumento da demanda pela facilidade do credito e  a multiplicidade de tributos com desproporcionais alíquotas incompatíveis com uma produção decente.

A política é retirar da singularidade o máximo e não da produção em series em patamares expressivos.

Esta política de tributos seletivos e progressivos contém uma racionalidade metódica aceitável, mas não pode chegar a ponto de anestesiar a produção.

Sou favorável tirar o individuo do ostracismo e as industrias da paralisia.E isto só será possível com diminuição drástica dos tributos e da implantação da ambição no interior humano fazendo nascer o prazer pelo êxito financeiro.

Com a dinamização do mercado domestico completado pelos ventos da demanda poderemos sair na frente em termos de crescimento do PIB entre os paises em desenvolvimento.

Temos vantagens comparativas sedutoras que aumenta nossa competitividade com uma política tributária enxuta pode ampliar nossas fronteiras comerciais substancialmente.

Essa política troglodita e anacrônica de nacionalização é coisa da  América Latina.As conveniências dos mercados abertos são tão visíveis que o primeiro mundo será seduzidos a abrir cada vez mais, logicamente havendo reciprocidade.E para nós brasileiros surgirão oportunidade que parecerão dádivas.Basta acionar o povo,  instrumentalizando com medidas de barateamento do consumo e isto só se consegue com diminuição considerável das alíquotas tributárias.

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